Os resultados das transformações sócio-econômicas pelas quais passamos continuam a indicar que estamos no caminho certo. O ministério da Educação divulgou esta semana o Censo da Educação Superior no Brasil e os dados foram muito positivos. O número de matrículas, entre 2001 e 2010, mais do que dobrou. Cresceu exatos 110% em uma década.
O número de alunos matriculados atingiu 6,4 milhões de pessoas. As universidades federais tiveram um avanço substancial. Neste período, as matrículas nas federais aumentaram 86% e chegaram a 938 mil alunos. A maioria das vagas, entretanto, está concentrada em instituições privadas, com 74,2% do total de alunos do curso superior.
Este é um panorama, em maior ou menor grau, verificado no mundo inteiro, onde entidades privadas têm presença muito forte na educação, notadamente nos Estados Unidos, onde as mais bem avaliadas instituições, como Harvard, são privadas.
A mais forte expansão de vagas no ensino superior foi nas Regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste. No Norte, as matrículas cresceram 148%. No Nordeste, 128,5%. A participação do Nordeste passou de 15,2% de estudantes matriculados em 2001 para 19,3%, ultrapassando a Região Sul. O Norte concentra hoje 6,5% das matrículas contra 4,7% há dez anos. Já Sul e Sudeste perderam espaço. O Sul passou de 19,8% para 16,4% e o Sudeste, de 51,7% para 48,7%.
Outro dado chamou a atenção no censo escolar: seis em cada dez alunos do ensino superior estudam à noite. As matrículas nos cursos noturnos cresceram de 56,1% para 63,5% em dez anos. Nas instituições federais predomina o atendimento diurno, com mais de 70% dos estudantes. Já as estaduais apresentam um atendimento mais equilibrado, com quase 46% dos alunos matriculados no turno da noite. Nas escolas privadas 72% dos alunos estudam à noite.
O ensino à distância progressivamente vai superando o preconceito e aumentando sua participação. A educação a distância responde atualmente por 14,6% das matrículas de graduação no ensino superior. Estes números revelam que todo o esforço do governo na educação está trazendo bons frutos.
Fonte: Primeira edição
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sábado, 19 de novembro de 2011
A década da educação no Brasil
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Ensino superior cresce 110% em 10 anos no Brasil
Na última década, de 2001 a 2010, o crescimento do acesso ao ensino superior no Brasil foi de 110,1%. Os dados são do Censo da Educação Superior 2010, realizado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep), que mostram também que, de 2009 a 2010, o número de brasileiros que buscam fazer um curso de graduação aumentou 7,1%. Nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste cresceu a participação percentual no número de matrículas de 2001 para 2010, em contrapartida ao decréscimo da participação das regiões Sudeste e Sul.
Segundo o levantamento do Inep, o Brasil tinha, em 2010, 6.379.299 matrículas em 29.507 cursos de graduação presenciais e a distância, oferecidos por 2.377 Instituições de Ensino Superior. O aumento de matrículas em cursos de graduação pode ser decorrente da maior oferta de cursos a distância e tecnológicos ¿ somente os cursos na modalidade a distância atingiram 14,6% do total do número de matrículas no Brasil.
Os cursos presenciais atingem os totais de 3.958.544 matrículas de bacharelado, 928.748 de licenciatura e 545.844 matrículas de grau tecnológico. A educação a distância, por sua vez, soma 426.241 matrículas de licenciatura, 268.173 de bacharelado e 235.765 matrículas em cursos tecnológicos.
Universidades são as mais procuradas
A maior parte das matrículas, em 2010, continuou concentrada nas universidades (54,3%), seguida das faculdades (31,2%) e dos centros universitários (14,5%). Ao longo do período, verifica-se a diminuição percentual da participação do número de matrículas das universidades e o aumento percentual da participação das faculdades e dos centros universitários.
Apesar do número de matrículas estar concentrado nas universidades, as faculdades correspondem ao maior número de instituições na educação superior. Em 2010, o número de faculdades correspondia a 2.025 do total.
Fonte:Terra
Segundo o levantamento do Inep, o Brasil tinha, em 2010, 6.379.299 matrículas em 29.507 cursos de graduação presenciais e a distância, oferecidos por 2.377 Instituições de Ensino Superior. O aumento de matrículas em cursos de graduação pode ser decorrente da maior oferta de cursos a distância e tecnológicos ¿ somente os cursos na modalidade a distância atingiram 14,6% do total do número de matrículas no Brasil.
Os cursos presenciais atingem os totais de 3.958.544 matrículas de bacharelado, 928.748 de licenciatura e 545.844 matrículas de grau tecnológico. A educação a distância, por sua vez, soma 426.241 matrículas de licenciatura, 268.173 de bacharelado e 235.765 matrículas em cursos tecnológicos.
Universidades são as mais procuradas
A maior parte das matrículas, em 2010, continuou concentrada nas universidades (54,3%), seguida das faculdades (31,2%) e dos centros universitários (14,5%). Ao longo do período, verifica-se a diminuição percentual da participação do número de matrículas das universidades e o aumento percentual da participação das faculdades e dos centros universitários.
Apesar do número de matrículas estar concentrado nas universidades, as faculdades correspondem ao maior número de instituições na educação superior. Em 2010, o número de faculdades correspondia a 2.025 do total.
Fonte:Terra
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Mais de 60% dos alunos do ensino superior estudam à noite
Seis em cada dez alunos do ensino superior no Brasil estudam à noite. As matrículas nos cursos noturnos cresceram de 56,1% para 63,5% entre 2001 e 2010. É o que apontam os dados do Censo da Educação Superior, divulgado pelo Ministério da Educação (MEC).
Nas instituições federais, que concentram 14,7% das matrículas, predomina o atendimento diurno, oferecido a mais de 70% dos estudantes. Já as universidades estaduais apresentam um atendimento mais equilibrado com quase 46% dos alunos matriculados no turno da noite. No caso das privadas, os números indicam um aumento na oferta de vagas noturnas que, em 2010, corresponderam a 72,8% dos estudantes matriculados.
O perfil do aluno do ensino superior no Brasil é jovem. Em 2010, metade dos estudantes tinha menos de 24 anos e a média de idade nos cursos presencias estava em 26 anos. Já nos cursos a distância, metade dos alunos tem até 32 anos e a média de idade é 33 anos.
As mulheres continuam sendo maioria nos bancos universitários. No ano passado, 57% dos estudantes do ensino superior eram do sexo feminino, patamar que se mantém estável desde 2001.
Nas instituições federais, que concentram 14,7% das matrículas, predomina o atendimento diurno, oferecido a mais de 70% dos estudantes. Já as universidades estaduais apresentam um atendimento mais equilibrado com quase 46% dos alunos matriculados no turno da noite. No caso das privadas, os números indicam um aumento na oferta de vagas noturnas que, em 2010, corresponderam a 72,8% dos estudantes matriculados.
O perfil do aluno do ensino superior no Brasil é jovem. Em 2010, metade dos estudantes tinha menos de 24 anos e a média de idade nos cursos presencias estava em 26 anos. Já nos cursos a distância, metade dos alunos tem até 32 anos e a média de idade é 33 anos.
As mulheres continuam sendo maioria nos bancos universitários. No ano passado, 57% dos estudantes do ensino superior eram do sexo feminino, patamar que se mantém estável desde 2001.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Número de matrículas no ensino superior cresce 6%, mostra censo universitário
O número de estudantes brasileiros matriculados no ensino superior chegou a 6,38 milhões em 2010 – patamar 6,7% superior ao registrado em 2009. É o que mostram dados preliminares do Censo da Educação Superior, do Ministério da Educação (MEC). A meta do governo, incluída no Plano Nacional de Educação (PNE), é atingir 10 milhões de matrículas até 2020.
Para o secretário de Ensino Superior do MEC, Luiz Cláudio Costa, o crescimento das matrículas deverá ser maior nos próximos anos. Isso porque, segundo ele, a expansão das vagas nas universidades federais, iniciada em 2007, ainda não se consolidou.
- Esses programas já garantiram um aumento, mas ele será ainda maior nos últimos anos. O alicerce está perfeito e as coisas estão caminhando dentro de um projeto estruturado.
As instituições públicas de ensino superior foram responsáveis por 310 mil novas matrículas e o setor privado por 120 mil, totalizando 430 mil novos estudantes. Entre 2008 e 2009, o crescimento tinha sido de 2%. Apesar do esforço do MEC para aumentar o número de alunos nas instituições públicas, a proporção de matrículas entre os estabelecimentos privados e públicos continua desigual. Segundo os dados preliminares do censo, quase 75% das matrículas estão nas instituições privadas, patamar semelhante ao verificado em anos anteriores. Para Costa, os efeitos de programas como o de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades (Reuni) ainda não foram "completamente sentidos".
- As vagas nas federais duplicaram, mas as matrículas ainda estão respondendo. Quando você abre um determinado número de vagas, as matrículas só se consolidam em cinco anos [à medida que as turmas avançam]. Na educação não há respostas imediatas, mas a médio prazo.
Ainda que haja um aumento nas vagas das universidades públicas, o secretário considerou que não será possível atingir a marca de 10 milhões de estudantes no ensino superior sem o setor privado. Como as mensalidades ainda são inacessíveis para boa parte do público que está fora do ensino superior, a aposta do ministério é na expansão das bolsas do Programa Universidade para Todos (ProUni) e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
- No mundo inteiro você tem a presença do setor privado, seja em maior ou menor quantidade. Se você observar, a instituição mais bem avaliada nos Estados Unidos é Harvard, que é privada. No Japão e na Coreia também há forte presença do setor privado, mas a qualidade da educação é extremamente regulada. Por uma série de razões, nós temos a presença das instituições particulares com as públicas, o importante é que todas sejam compromissadas com a qualidade. Esse controle continuará sendo feito para que a expansão continue dentro desse princípio.
Fonte: R7
Para o secretário de Ensino Superior do MEC, Luiz Cláudio Costa, o crescimento das matrículas deverá ser maior nos próximos anos. Isso porque, segundo ele, a expansão das vagas nas universidades federais, iniciada em 2007, ainda não se consolidou.
- Esses programas já garantiram um aumento, mas ele será ainda maior nos últimos anos. O alicerce está perfeito e as coisas estão caminhando dentro de um projeto estruturado.
As instituições públicas de ensino superior foram responsáveis por 310 mil novas matrículas e o setor privado por 120 mil, totalizando 430 mil novos estudantes. Entre 2008 e 2009, o crescimento tinha sido de 2%. Apesar do esforço do MEC para aumentar o número de alunos nas instituições públicas, a proporção de matrículas entre os estabelecimentos privados e públicos continua desigual. Segundo os dados preliminares do censo, quase 75% das matrículas estão nas instituições privadas, patamar semelhante ao verificado em anos anteriores. Para Costa, os efeitos de programas como o de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades (Reuni) ainda não foram "completamente sentidos".
- As vagas nas federais duplicaram, mas as matrículas ainda estão respondendo. Quando você abre um determinado número de vagas, as matrículas só se consolidam em cinco anos [à medida que as turmas avançam]. Na educação não há respostas imediatas, mas a médio prazo.
Ainda que haja um aumento nas vagas das universidades públicas, o secretário considerou que não será possível atingir a marca de 10 milhões de estudantes no ensino superior sem o setor privado. Como as mensalidades ainda são inacessíveis para boa parte do público que está fora do ensino superior, a aposta do ministério é na expansão das bolsas do Programa Universidade para Todos (ProUni) e do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies).
- No mundo inteiro você tem a presença do setor privado, seja em maior ou menor quantidade. Se você observar, a instituição mais bem avaliada nos Estados Unidos é Harvard, que é privada. No Japão e na Coreia também há forte presença do setor privado, mas a qualidade da educação é extremamente regulada. Por uma série de razões, nós temos a presença das instituições particulares com as públicas, o importante é que todas sejam compromissadas com a qualidade. Esse controle continuará sendo feito para que a expansão continue dentro desse princípio.
Fonte: R7
domingo, 6 de novembro de 2011
Salário mínimo deveria ser R$ 2.329,94 para brasileiro arcar com despesas básicas
O brasileiro precisaria de um salário mínimo no valor de R$ 2.329,94 em outubro para conseguir arcar com suas despesas básicas, de acordo com dados divulgados pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) na última quinta-feira (3).
A entidade verificou que são necessárias 4,27 vezes o valor do salário mínimo atual para suprir as demandas do trabalhador. O cálculo foi feito com base no mínimo de R$ 545, em vigor.
Em setembro, o valor necessário para suprir as necessidades mínimas do trabalhador era de R$ 2.285,83, sendo 4,19 vezes maior que o salário mínimo.
O salário mínimo necessário é o que segue o preceito constitucional de atender às necessidades vitais do cidadão e de sua família, como moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, sendo reajustado periodicamente para preservar o poder de compra.
Cesta versus salário
O comprometimento com os gastos da cesta básica alcançava, em média, 46,48% do salário mínimo em outubro, após a dedução da parcela referente à Previdência Social, ante os 46,43% necessários em setembro. No mesmo período de 2010, o percentual comprometido era de 46,53%. Confira o movimento do salário mínimo vigente e o necessário de outubro de 2010 ao mesmo mês deste ano:
A entidade verificou que são necessárias 4,27 vezes o valor do salário mínimo atual para suprir as demandas do trabalhador. O cálculo foi feito com base no mínimo de R$ 545, em vigor.
Em setembro, o valor necessário para suprir as necessidades mínimas do trabalhador era de R$ 2.285,83, sendo 4,19 vezes maior que o salário mínimo.
O salário mínimo necessário é o que segue o preceito constitucional de atender às necessidades vitais do cidadão e de sua família, como moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, sendo reajustado periodicamente para preservar o poder de compra.
Cesta versus salário
O comprometimento com os gastos da cesta básica alcançava, em média, 46,48% do salário mínimo em outubro, após a dedução da parcela referente à Previdência Social, ante os 46,43% necessários em setembro. No mesmo período de 2010, o percentual comprometido era de 46,53%. Confira o movimento do salário mínimo vigente e o necessário de outubro de 2010 ao mesmo mês deste ano:
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Décimo terceiro: saiba calcular e planeje o uso do abono
Em meio à correria com a proximidade do final do ano, férias e festas, o mês de novembro chega cheio de expectativas para a organização do orçamento: é o mês da primeira parcela do décimo terceiro salário dos trabalhadores formais do Brasil.
Pela legislação, todo trabalhador com carteira assinada, bem como aposentados, pensionistas e trabalhadores avulsos, têm direito a receber a gratificação.
Ainda conforme a lei, a partir de 15 dias de serviço, o trabalhador já está qualificado a receber o décimo terceiro salário, proporcional ao tempo trabalhado durante o ano.
Como calcular
Se você faz parte do grupo de trabalhadores com direito a receber o abono, aprenda a calcular quanto deve receber a partir da seguinte fórmula: valor do salário bruto/12 x número de meses trabalhados. Por exemplo, quem trabalhou oito meses durante o ano e tem um salário de R$ 3 mil deve dividir esse valor por 12 e multiplicar o resultado por 8, ou seja, o trabalhador do exemplo acima tem direito a receber R$ 2 mil de gratificação.
O pagamento, que acontece em duas vezes, dá-se da seguinte forma:
1ª parcela (até 30 de novembro): equivalente à metade do valor a que o trabalhador tem direito
2ª parcela (até 20 de dezembro): saldo da remuneração de dezembro menos a parcela adiantada menos os encargos incidentes sobre o valor total da gratificação.
A tabela abaixo ilustra o cálculo de décimo terceiro para dois salários e datas de contratação distintas.
Fonte: InfoMoney
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Educação poderá ter 10% do PIB
Um dos pontos centrais da discussão do novo Plano Nacional de Educação (PNE) é o percentual do Produto Interno Bruto (PIB) que o governo deverá investir em educação nos próximos dez anos. Hoje, são investidos 5,7%. O novo plano prevê 7%, mas diversas entidades ligadas à área reivindicam 10%.
Mais de 500 emendas propostas ao texto do Executivo preveem o aumento para 10%. Em números de hoje, com o PIB de 2011 estimado em R$ 4,1 trilhões pelo Ministério da Fazenda, esses valores representariam R$ 234 bilhões (5,7%), R$ 287 bilhões (7%) ou R$ 410 bilhões (10%).
Mais de 500 emendas propostas ao texto do Executivo preveem o aumento para 10%. Em números de hoje, com o PIB de 2011 estimado em R$ 4,1 trilhões pelo Ministério da Fazenda, esses valores representariam R$ 234 bilhões (5,7%), R$ 287 bilhões (7%) ou R$ 410 bilhões (10%).
O PNE anterior (Lei 10.172/01) foi aprovado na Câmara em 2001 e previa investimentos de 7% do PIB em educação. Essa meta, no entanto, foi vetada pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso.
"De certa forma, esse percentual já foi discutido e deveria ter sido aplicado. Estamos falando de um novo PNE. Portanto, deveríamos partir de 7% para chegar a 10%", defendeu a presidente da Comissão de Educação e Cultura, deputada Fátima Bezerra (PT-RN).
A União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) apoiam o aumento da meta para 10%. A deputada Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO) afirma, no entanto, que estados e municípios não estão preparados para arcar com mais gastos.
Atualmente, a educação no Brasil é paga principalmente por estados (2,4% do PIB) e municípios (2,2%). Apenas 0,9% do PIB coube à União. Para a deputada Professora Dorinha, o aumento de recursos previsto no PNE deveria vir da União, que investe 20% do total destinado ao setor. No modelo brasileiro, os municípios são responsáveis pela educação fundamental; os estados, pelo ensino médio; e o governo federal, pela educação superior.
Estudo
Um estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), de setembro, mostra que o Brasil foi o país onde o investimento mais cresceu na última década. Em 2000, eram investidos 3,5% do PIB, e hoje 5,7%, mas ainda está abaixo da média dos países da OCDE, entre 6% e 8%.
Fonte: Diário do Nordeste
"De certa forma, esse percentual já foi discutido e deveria ter sido aplicado. Estamos falando de um novo PNE. Portanto, deveríamos partir de 7% para chegar a 10%", defendeu a presidente da Comissão de Educação e Cultura, deputada Fátima Bezerra (PT-RN).
A União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) apoiam o aumento da meta para 10%. A deputada Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO) afirma, no entanto, que estados e municípios não estão preparados para arcar com mais gastos.
Atualmente, a educação no Brasil é paga principalmente por estados (2,4% do PIB) e municípios (2,2%). Apenas 0,9% do PIB coube à União. Para a deputada Professora Dorinha, o aumento de recursos previsto no PNE deveria vir da União, que investe 20% do total destinado ao setor. No modelo brasileiro, os municípios são responsáveis pela educação fundamental; os estados, pelo ensino médio; e o governo federal, pela educação superior.
Estudo
Um estudo da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), de setembro, mostra que o Brasil foi o país onde o investimento mais cresceu na última década. Em 2000, eram investidos 3,5% do PIB, e hoje 5,7%, mas ainda está abaixo da média dos países da OCDE, entre 6% e 8%.
Fonte: Diário do Nordeste
Comissão de educação da Câmara aprova atividade de tecnólogo
A Comissão de Educação e Cultura da Câmara dos Deputados aprovou na proposta que regulamenta o exercício profissional de tecnólogo. Pelo texto acolhido, poderá receber essa designação somente profissional habilitado em instituição de ensino superior oficialmente reconhecida.
O projeto também discrimina algumas atividades de tecnólogos. A proposta ainda terá de passar por outras comissões antes de seguir para o Senado, caso seja aprovada pelas duas casas será encaminhada para sanção da presidente Dilma Roussef.
Atribuições
Conforme a proposta, entre as atribuições dos tecnólogos constam:
- analisar dados técnicos, desenvolver estudos, orientar e analisar projetos;
- supervisionar e fiscalizar serviços técnicos dentro das suas áreas de competência contempladas no Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia do Ministério da Educação (MEC)
- prestar consultoria, assessoria, auditoria e perícias;
- exercer o ensino, a pesquisa, a análise, a experimentação e o ensaio;
- conduzir equipes de instalação, montagem, operação, reparo e manutenção de equipamentos.
Valorização
O projeto em análise vai contribuir para a valorização dos tecnólogos. Embora essa modalidade de ensino exista no Brasil desde a década de 60 e conte com “sólidas bases legais”, até hoje existem preconceitos contra a categoria.
Fonte: Agência Câmara
O projeto também discrimina algumas atividades de tecnólogos. A proposta ainda terá de passar por outras comissões antes de seguir para o Senado, caso seja aprovada pelas duas casas será encaminhada para sanção da presidente Dilma Roussef.
Atribuições
Conforme a proposta, entre as atribuições dos tecnólogos constam:
- analisar dados técnicos, desenvolver estudos, orientar e analisar projetos;
- supervisionar e fiscalizar serviços técnicos dentro das suas áreas de competência contempladas no Catálogo Nacional de Cursos Superiores de Tecnologia do Ministério da Educação (MEC)
- prestar consultoria, assessoria, auditoria e perícias;
- exercer o ensino, a pesquisa, a análise, a experimentação e o ensaio;
- conduzir equipes de instalação, montagem, operação, reparo e manutenção de equipamentos.
Valorização
O projeto em análise vai contribuir para a valorização dos tecnólogos. Embora essa modalidade de ensino exista no Brasil desde a década de 60 e conte com “sólidas bases legais”, até hoje existem preconceitos contra a categoria.
Fonte: Agência Câmara
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Brasil quer educação de país desenvolvido em 2022
O Brasil quer chegar a 2022 com o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) igual ao de países desenvolvidos, com o analfabetismo erradicado e com oportunidade para todos. Foi o que disse a assessora especial do Ministério da Educação, Linda Goulart. Ela coordena o 1ª Seminário Internacional de Mobilização Social pela Educação, que acontece em Fortaleza, reunindo 500 participantes de todo o País.
De acordo com Linda Goulart, o diálogo pela educação deve ser estendido à sociedade. "É por esse motivo que o MEC está se dedicando a repassar para os agentes que atuam no setor técnicas e experiências de mobilização no sentido de promover a interação entre família, escola e comunidade", explicou.
Segundo ela, o seminário tem como objetivo proporcionar espaço para discussões sobre a importância da participação das famílias na vida escolar dos filhos, bem como de que maneira a colaboração de segmentos organizados da sociedade e os órgãos públicos de áreas correlatas à educação, além das lideranças sociais e religiosas, podem contribuir no processo de melhoria da qualidade da educação.
Fonte: Diário do Grande ABC
De acordo com Linda Goulart, o diálogo pela educação deve ser estendido à sociedade. "É por esse motivo que o MEC está se dedicando a repassar para os agentes que atuam no setor técnicas e experiências de mobilização no sentido de promover a interação entre família, escola e comunidade", explicou.
Segundo ela, o seminário tem como objetivo proporcionar espaço para discussões sobre a importância da participação das famílias na vida escolar dos filhos, bem como de que maneira a colaboração de segmentos organizados da sociedade e os órgãos públicos de áreas correlatas à educação, além das lideranças sociais e religiosas, podem contribuir no processo de melhoria da qualidade da educação.
Fonte: Diário do Grande ABC
terça-feira, 18 de outubro de 2011
Educação não é barata, mas é o melhor investimento, diz Haddad
“A universidade brasileira é líder inconteste entre as universidades latino-americanas”, assegurou o ministro da Educação, Fernando Haddad, no último dia 10, durante o seminário Pensando o Desenvolvimento do Brasil. “Somos o 13º país do mundo em produção científica; estamos resgatando atraso de um século, quando a classe dominante do Brasil perdeu várias oportunidades de criar uma escola pública republicana de qualidade”, afirmou.
Ao fazer um balanço de sua gestão no MEC, Haddad admitiu dificuldades na implementação da reforma educacional que se pretende para o país. “O ensino médio é um nó a desatar; temos aí um grande caminho pela frente”, admitiu. “Na educação infantil, só agora estamos conseguindo aplicar programas de avaliação na pré-escola.”
Sobre o ensino fundamental, o ministro lembrou que o Brasil é o país que mais incrementou o investimento por aluno na década. “E nós conseguimos colher esse resultado”, disse. “Educação não custa barato, demanda tempo, mas é o melhor investimento que se pode fazer.”
Ao fazer um balanço de sua gestão no MEC, Haddad admitiu dificuldades na implementação da reforma educacional que se pretende para o país. “O ensino médio é um nó a desatar; temos aí um grande caminho pela frente”, admitiu. “Na educação infantil, só agora estamos conseguindo aplicar programas de avaliação na pré-escola.”
Sobre o ensino fundamental, o ministro lembrou que o Brasil é o país que mais incrementou o investimento por aluno na década. “E nós conseguimos colher esse resultado”, disse. “Educação não custa barato, demanda tempo, mas é o melhor investimento que se pode fazer.”
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Relator vai alterar meta de investimento em educação para mais de 7% do PIB
A meta de crescimento do investimento em educação para 7% do PIB (Produto Interno Bruto) até 2020, estabelecida pelo governo no PNE (Plano Nacional de Educação), será revista para mais. Foi o que adiantou o relator do projeto de lei do plano na Câmara, deputado Ângelo Vanhoni (PT-PR). Desde julho ele está trabalhando no relatório do PNE que recebeu quase 3 mil emendas na comissão especial criada para avaliar a matéria. O plano prevê 20 metas de melhoria no acesso e na qualidade do ensino do país que deverão ser alcançadas até o fim da década.
“Os diagnósticos feitos pela sociedade e pelos parlamentares apontam um valor diferenciado dos 7%", avalia o deputado. Segundo Vanhoni, a meta de investimento deverá ficar entre os 7% do PIB proposto pelo governo e os 10% defendido por movimentos sociais e entidades da área como a UNE (União Nacional dos Estudantes), a Campanha Nacional pelo Direito a Educação e a Undime (União Nacional dos Dirigentes Municipais e Educação).
De acordo com o relator, o número ainda não foi finalizado porque a análise de todas as metas ainda não terminou e caso uma delas seja revista poderá aumentar o valor previsto para o financiamento - como por exemplo a ampliação de matrículas em alguma etapa da educação ou melhoria da qualidade. Ele acredita que o patamar ficará abaixo dos 10% pleiteados pelas emendas da sociedade civil e defendeu que a meta precisa ser uma “ousadia possível”. A previsão de Vanhoni é que a primeira versão do relatório seja apresentada até o fim da primeira quinzena de outubro.
Hoje (27) a comissão especial que analisa a matéria elegeu um novo presidente. Lelo Coimbra (PMDB-ES) assume a vaga deixada pelo ex-deputado Gastão Vieira (PMDB-MA) que foi nomeado ministro do Turismo. Após a apresentação do relatório, será aberto um prazo de cinco sessões para que os membros da comissão possam apresentar novas emendas. Coimbra acredita que a aprovação deverá ser concluída até o fim de novembro, quando o texto será encaminhado para o Senado. Segundo ele, o trabalho mais difícil será buscar um consenso para que o relatório seja aprovado.
“A gente só deve colocar o relatório em votação quando houver uma convergência mínima entre os deputados. Teremos divergências, mas na hora do voto não se pode transformar numa batalha campal”, defendeu.
Fonte: UOL Educação
“Os diagnósticos feitos pela sociedade e pelos parlamentares apontam um valor diferenciado dos 7%", avalia o deputado. Segundo Vanhoni, a meta de investimento deverá ficar entre os 7% do PIB proposto pelo governo e os 10% defendido por movimentos sociais e entidades da área como a UNE (União Nacional dos Estudantes), a Campanha Nacional pelo Direito a Educação e a Undime (União Nacional dos Dirigentes Municipais e Educação).
De acordo com o relator, o número ainda não foi finalizado porque a análise de todas as metas ainda não terminou e caso uma delas seja revista poderá aumentar o valor previsto para o financiamento - como por exemplo a ampliação de matrículas em alguma etapa da educação ou melhoria da qualidade. Ele acredita que o patamar ficará abaixo dos 10% pleiteados pelas emendas da sociedade civil e defendeu que a meta precisa ser uma “ousadia possível”. A previsão de Vanhoni é que a primeira versão do relatório seja apresentada até o fim da primeira quinzena de outubro.
Hoje (27) a comissão especial que analisa a matéria elegeu um novo presidente. Lelo Coimbra (PMDB-ES) assume a vaga deixada pelo ex-deputado Gastão Vieira (PMDB-MA) que foi nomeado ministro do Turismo. Após a apresentação do relatório, será aberto um prazo de cinco sessões para que os membros da comissão possam apresentar novas emendas. Coimbra acredita que a aprovação deverá ser concluída até o fim de novembro, quando o texto será encaminhado para o Senado. Segundo ele, o trabalho mais difícil será buscar um consenso para que o relatório seja aprovado.
“A gente só deve colocar o relatório em votação quando houver uma convergência mínima entre os deputados. Teremos divergências, mas na hora do voto não se pode transformar numa batalha campal”, defendeu.
Fonte: UOL Educação
domingo, 25 de setembro de 2011
Líder: 10 dicas para o profissional ser admirado e respeitado pela equipe
Uma das formas mais sustentáveis de os líderes conquistarem o respeito dos integrantes da equipe é pela admiração. No entanto, ser respeitado e ao mesmo tempo admirado exige que o profissional acumule diversas competências e, acima de tudo, passe por um processo de treinamento ou qualificação que o permita desenvolver sua equipe.
O presidente da Sociedade Brasileira de Coaching, Villela da Matta, observa que a principal característica que o líder precisa ter para conquistar o respeito por meio da admiração é a autoconfiança. “O líder está na posição mais alta, é ele quem conduz a as pessoas”, afirma Villela, observando que, se a equipe não o vê como uma pessoa autoconfiante, dificilmente o respeitará.
Veja as 10 dicas que ajudam o líder a conquistar o respeito da sua equipe pela admiração:
1- Viver por valores e liderar por exemplo - segundo Villela, a palavra valor perdeu a conotação e o sentido de antigamente. A questão é que são justamente os valores que direcionam as decisões profissionais. A sugestão, portanto, é liderar segundo valores de lealdade, justiça e confiança, pois assim o líder se torna uma pessoa confiável aos olhos dos integrantes de sua equipe e, consequentemente, será admirado.
2- Definir foco - a importância de definir bem o foco que se pretende atingir é que isso agiliza a conquistas dos resultados. De acordo com Villela, “hoje em dia perde-se muito tempo por falta de foco” e profissionais que não sabem administrar bem o tempo dificilmente serão admirados.
A lógica é simples: pessoas que têm foco realizam mais e, consequentemente, tornam as organizações muito mais ativas, produzindo mais resultados. Um líder que domina seu tempo, através da definição clara de objetivos e foco nos indicadores de desempenho e metas, certamente será admirado.
3- Ser capaz de energizar as pessoas - mostrar que você é bom no que faz, que tem valores e domina seu tempo não é o suficiente. É preciso fazer com que as pessoas que integram a sua equipe se sintam motivadas. Segundo Villela, para que isso seja alcançado, o líder precisa tratá-las como iguais e aprender a desenvolvê-las.
A motivação é reflexo de como as pessoas estão dentro da equipe, e a recomendação é que o líder observe os pontos fortes e fracos de cada um e trabalhe no sentido de não deixar que os pontos fracos se tornem ameaças para o time e para a organização.
4- Vendo as mudanças como oportunidades - “a responsabilidade do líder é dar o exemplo”, afirma Villela. Com isso em mente, lembre-se de que, para ser admirado, o profissional deve olhar as mudanças sempre como oportunidades e difundir entre os membros da equipe a sensação de que mudanças não são sinônimo de problemas.
5 - Autodesenvolvimento - o mercado é dinâmico, as empresas também. Para ter sucesso, o líder precisa focar no seu desenvolvimento, pois assim ele acompanha o mercado e agrega continuamente valor à organização. Essa postura se reflete na sua equipe, pois, quando um profissional se desenvolve, consequentemente ele compartilha com os demais membros da equipe esse desenvolvimento. As pessoas usualmente admiram aquelas que agregam valor para a empresa e para os demais profissionais.
6- Inteligência emocional - essa competência será fundamental para conciliar conflitos. Desenvolver a inteligência emocional, segundo Villela, permite que os líderes se coloquem no lugar dos demais profissionais, sendo mais assertivo na hora de lidar com conflitos.
7- Viver pelo reconhecimento - para ser admirado, uma postura fundamental é saber reconhecer o trabalho dos outros. Não só os grandes trabalhos ou projetos, mas também as pequenas ações, que vão desde uma boa intenção até uma atitude pró-ativa que não faz parte do escopo de trabalho do funcionário.
Villela lembra que muitas empresas recompensam os grandes trabalhos, de tempos em tempos. O líder, no entanto, deve se ater as pequenas atividades. Lembre-se de que um simples “parabéns pelo trabalho” já é suficiente.
8- Capacitar as pessoas com o processo de coaching - uma das atividades que passou a ser exigida do líder atualmente é que ele faça o papel de coach de sua equipe. Se antes essa função era de responsabilidade da área de Recursos Humanos, o mesmo não acontece atualmente, e o líder que tiver como objetivo conquistar a admiração e o respeito dos membros da sua equipe precisa se preocupar com isso.
O líder precisa ser capaz de utilizar técnicas apropriadas para fazer com que as pessoas sejam capazes de contribuir mais com a equipe. Isso será positivo tanto para o funcionário, que se sente mais motivado, quanto para a empresa, que se beneficia de mais eficiência.
9- Rapidez no atendimento ao cliente - como conseqüência do item anterior, ao desenvolver as pessoas, o líder faz com que os profissionais se tornem habilitados a tomar decisões. Quando os profissionais fazem parte do processo de tomada de decisão, eles se tornam mais motivados a resolver os problemas.
10- Autoconfiança - um líder autoconfiante passa segurança. Um exemplo de postura autoconfiante é daquele profissional que erra, admite o erro e propõe novos caminhos para driblar o problema. “Pessoas competitivas são aquelas que aprendem rapidamente com os erros”, lembra Villela.
A autoconfiança será fundamental para qualquer profissional na posição de líder, já que essa posição depende das pessoas para que os trabalhos sejam feitos e os objetivos alcançados. O líder autoconfiante sabe conduzir as pessoas, fazendo com que elas trilhem esse caminho com ele.
Fonte: InfoMoney
O presidente da Sociedade Brasileira de Coaching, Villela da Matta, observa que a principal característica que o líder precisa ter para conquistar o respeito por meio da admiração é a autoconfiança. “O líder está na posição mais alta, é ele quem conduz a as pessoas”, afirma Villela, observando que, se a equipe não o vê como uma pessoa autoconfiante, dificilmente o respeitará.
Veja as 10 dicas que ajudam o líder a conquistar o respeito da sua equipe pela admiração:
1- Viver por valores e liderar por exemplo - segundo Villela, a palavra valor perdeu a conotação e o sentido de antigamente. A questão é que são justamente os valores que direcionam as decisões profissionais. A sugestão, portanto, é liderar segundo valores de lealdade, justiça e confiança, pois assim o líder se torna uma pessoa confiável aos olhos dos integrantes de sua equipe e, consequentemente, será admirado.
2- Definir foco - a importância de definir bem o foco que se pretende atingir é que isso agiliza a conquistas dos resultados. De acordo com Villela, “hoje em dia perde-se muito tempo por falta de foco” e profissionais que não sabem administrar bem o tempo dificilmente serão admirados.
A lógica é simples: pessoas que têm foco realizam mais e, consequentemente, tornam as organizações muito mais ativas, produzindo mais resultados. Um líder que domina seu tempo, através da definição clara de objetivos e foco nos indicadores de desempenho e metas, certamente será admirado.
3- Ser capaz de energizar as pessoas - mostrar que você é bom no que faz, que tem valores e domina seu tempo não é o suficiente. É preciso fazer com que as pessoas que integram a sua equipe se sintam motivadas. Segundo Villela, para que isso seja alcançado, o líder precisa tratá-las como iguais e aprender a desenvolvê-las.
A motivação é reflexo de como as pessoas estão dentro da equipe, e a recomendação é que o líder observe os pontos fortes e fracos de cada um e trabalhe no sentido de não deixar que os pontos fracos se tornem ameaças para o time e para a organização.
4- Vendo as mudanças como oportunidades - “a responsabilidade do líder é dar o exemplo”, afirma Villela. Com isso em mente, lembre-se de que, para ser admirado, o profissional deve olhar as mudanças sempre como oportunidades e difundir entre os membros da equipe a sensação de que mudanças não são sinônimo de problemas.
5 - Autodesenvolvimento - o mercado é dinâmico, as empresas também. Para ter sucesso, o líder precisa focar no seu desenvolvimento, pois assim ele acompanha o mercado e agrega continuamente valor à organização. Essa postura se reflete na sua equipe, pois, quando um profissional se desenvolve, consequentemente ele compartilha com os demais membros da equipe esse desenvolvimento. As pessoas usualmente admiram aquelas que agregam valor para a empresa e para os demais profissionais.
6- Inteligência emocional - essa competência será fundamental para conciliar conflitos. Desenvolver a inteligência emocional, segundo Villela, permite que os líderes se coloquem no lugar dos demais profissionais, sendo mais assertivo na hora de lidar com conflitos.
7- Viver pelo reconhecimento - para ser admirado, uma postura fundamental é saber reconhecer o trabalho dos outros. Não só os grandes trabalhos ou projetos, mas também as pequenas ações, que vão desde uma boa intenção até uma atitude pró-ativa que não faz parte do escopo de trabalho do funcionário.
Villela lembra que muitas empresas recompensam os grandes trabalhos, de tempos em tempos. O líder, no entanto, deve se ater as pequenas atividades. Lembre-se de que um simples “parabéns pelo trabalho” já é suficiente.
8- Capacitar as pessoas com o processo de coaching - uma das atividades que passou a ser exigida do líder atualmente é que ele faça o papel de coach de sua equipe. Se antes essa função era de responsabilidade da área de Recursos Humanos, o mesmo não acontece atualmente, e o líder que tiver como objetivo conquistar a admiração e o respeito dos membros da sua equipe precisa se preocupar com isso.
O líder precisa ser capaz de utilizar técnicas apropriadas para fazer com que as pessoas sejam capazes de contribuir mais com a equipe. Isso será positivo tanto para o funcionário, que se sente mais motivado, quanto para a empresa, que se beneficia de mais eficiência.
9- Rapidez no atendimento ao cliente - como conseqüência do item anterior, ao desenvolver as pessoas, o líder faz com que os profissionais se tornem habilitados a tomar decisões. Quando os profissionais fazem parte do processo de tomada de decisão, eles se tornam mais motivados a resolver os problemas.
10- Autoconfiança - um líder autoconfiante passa segurança. Um exemplo de postura autoconfiante é daquele profissional que erra, admite o erro e propõe novos caminhos para driblar o problema. “Pessoas competitivas são aquelas que aprendem rapidamente com os erros”, lembra Villela.
A autoconfiança será fundamental para qualquer profissional na posição de líder, já que essa posição depende das pessoas para que os trabalhos sejam feitos e os objetivos alcançados. O líder autoconfiante sabe conduzir as pessoas, fazendo com que elas trilhem esse caminho com ele.
Fonte: InfoMoney
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Jovens da nova classe média pagam própria educação para terem melhores empregos
O ministro Moreira Franco, da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), disse nesta semana em São Paulo que os jovens brasileiros que fazem parte da nova classe média, formada nos últimos 10 anos em função da estabilidade econômica e do aumento de renda das populações de classes mais baixas, estão financiando a própria educação para conseguir melhores empregos.
"A maioria dos jovens no Brasil hoje está exatamente na nova classe média e a percepção que tem da educação é diferente da que os jovens do passado tiveram. Eles não acham que a educação seja um instrumento para colocar um diploma na mesa ou para melhorar o seu reconhecimento social. A educação é uma ferramenta para garantir o melhor posto de trabalho. E eles estão usando parte da renda que conseguiram fazer crescer ao longo desses anos para pagar eles próprios a sua qualificação ", disse o ministro.
"E esse jovem, certamente quando coloca o seu dinheiro para pagar sua educação, não tenho dúvida de que o próximo passo será, pela primeira vez no Brasil, cobrar do administrador público, qualidade da educação", completa.
O ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos disse ainda que, desde 1974, quando ocupou pela primeira vez um cargo público, sempre viu as pesquisas eleitorais afirmarem que as duas principais demandas da população eram educação e saúde.
"Eu nunca vi, nesses anos todos, nenhum movimento de rua, nenhuma pressão política efetiva, a exigir do administrador público qualidade de ensino. Vi salário, plano de carreira, manutenção de emprego para merendeiras, derrubar presidente da República, vi tudo que uma agenda política pode nos colocar. Mas eu não vi a exigência da qualidade da educação", afirmou.
"A maioria dos jovens no Brasil hoje está exatamente na nova classe média e a percepção que tem da educação é diferente da que os jovens do passado tiveram. Eles não acham que a educação seja um instrumento para colocar um diploma na mesa ou para melhorar o seu reconhecimento social. A educação é uma ferramenta para garantir o melhor posto de trabalho. E eles estão usando parte da renda que conseguiram fazer crescer ao longo desses anos para pagar eles próprios a sua qualificação ", disse o ministro.
"E esse jovem, certamente quando coloca o seu dinheiro para pagar sua educação, não tenho dúvida de que o próximo passo será, pela primeira vez no Brasil, cobrar do administrador público, qualidade da educação", completa.
O ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos disse ainda que, desde 1974, quando ocupou pela primeira vez um cargo público, sempre viu as pesquisas eleitorais afirmarem que as duas principais demandas da população eram educação e saúde.
"Eu nunca vi, nesses anos todos, nenhum movimento de rua, nenhuma pressão política efetiva, a exigir do administrador público qualidade de ensino. Vi salário, plano de carreira, manutenção de emprego para merendeiras, derrubar presidente da República, vi tudo que uma agenda política pode nos colocar. Mas eu não vi a exigência da qualidade da educação", afirmou.
Fonte: O Globo e Comunicação Fatej
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
O valor de um profissional bem qualificado
O mercado de trabalho está cada vez mais competitivo e por isso, todo profissional precisa estar preparado para os desafios constantes nas carreiras e com respostas rápidas às necessidades das organizações em que trabalham ou que a que se propõem a trabalhar.
Considerando este cenário, a qualificação profissional é o principal ponto para quebrar a barreira do mercado e garantir oportunidades no mercado de trabalho.
A qualificação profissional é feita através de cursos e programas de formação, que profissionalizam e qualificam o trabalhador de acordo com a sua função. Essa capacitação é fundamental para quem busca emprego ou até mesmo promoção.
Hoje, qualificar-se ou capacitar-se para uma determinada função ou tarefa é requisito indispensável para selecionadores que buscam profissionais preparados para enfrentar o novo mercado de trabalho que surge a cada nova crise, a cada novidade tecnológica. Entretanto, essa qualificação exigida não é apenas ter no diploma cursos reconhecidos por renomadas instituições, inglês fluente e ampla experiência. Além dessa capacitação necessária, manter-se atualizado também é essencial para um bom profissional. E é preciso considerar que o mercado de trabalho está em busca de profissionais que tenham competências técnicas e também habilidades humanas.
As empresas querem profissionais multidisciplinares, com visão ampla do mundo e bagagem cultural. É certo que os profissionais de recrutamento e seleção analisam muito bem as características pessoais. Qualidades como comprometimento e flexibilidade não são e sequer devem ser destacadas em currículo, mas são observadas e descobertas por selecionadores ao decorrer das diversas análises da entrevista.
Portanto, está na hora de analisar melhor o que realmente o mercado entende ao falar de qualificação profissional. E é bom lembrar, o mercado de trabalho é para o profissional bem qualificado.
Fonte: Portal Administradores
Considerando este cenário, a qualificação profissional é o principal ponto para quebrar a barreira do mercado e garantir oportunidades no mercado de trabalho.
A qualificação profissional é feita através de cursos e programas de formação, que profissionalizam e qualificam o trabalhador de acordo com a sua função. Essa capacitação é fundamental para quem busca emprego ou até mesmo promoção.
Hoje, qualificar-se ou capacitar-se para uma determinada função ou tarefa é requisito indispensável para selecionadores que buscam profissionais preparados para enfrentar o novo mercado de trabalho que surge a cada nova crise, a cada novidade tecnológica. Entretanto, essa qualificação exigida não é apenas ter no diploma cursos reconhecidos por renomadas instituições, inglês fluente e ampla experiência. Além dessa capacitação necessária, manter-se atualizado também é essencial para um bom profissional. E é preciso considerar que o mercado de trabalho está em busca de profissionais que tenham competências técnicas e também habilidades humanas.
As empresas querem profissionais multidisciplinares, com visão ampla do mundo e bagagem cultural. É certo que os profissionais de recrutamento e seleção analisam muito bem as características pessoais. Qualidades como comprometimento e flexibilidade não são e sequer devem ser destacadas em currículo, mas são observadas e descobertas por selecionadores ao decorrer das diversas análises da entrevista.
Portanto, está na hora de analisar melhor o que realmente o mercado entende ao falar de qualificação profissional. E é bom lembrar, o mercado de trabalho é para o profissional bem qualificado.
Fonte: Portal Administradores
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
Sonho do ensino superior entra de vez na cesta de consumo do brasileiro
No Brasil, a expansão do ensino superior privado se apresenta com uma dinâmica muito peculiar, que está relacionada ao próprio desenvolvimento do país. Com o crescimento da economia e a ampliação da chamada classe C, o sonho do ensino superior entra de vez na cesta de consumo do brasileiro, afirmou a docente da Faculdade de Educação (FE), Helena Maria Sant'Ana Sampaio, especializada em ensino superior privado.
Helena Sant'Ana participou, na quarta-feira (18), do Seminário “Ensino superior privado: transformações e perspectivas”, promovido pelo Centro de Estudos Avançados (CEAV) da Unicamp.
“Já existe uma tradição de ensino superior privado no país e isso distingue o caso brasileiro de outros países onde estamos passando por esse processo de mercantilização da educação superior. Há uma grande concorrência entre as entidades privadas e os valores das mensalidades despencaram. Tem uma conjuntura nacional favorável aliada ao um fenômeno de âmbito mundial”, explicou.
A docente e pesquisadora, recém-contratada pela Unicamp, contribuiu para a formação nos anos 90 de um núcleo de ensino superior na Universidade de São Paulo (USP). “Eu estou chegando agora. É uma grande satisfação poder aproximar essa produção com a Unicamp. Houve uma confluência de interesses nessa área”, disse, sobre a sua participação no Grupo de Estudos em Ensino Superior (GEES), do CEAV.
O Seminário ministrado por Helena tratou das principais transformações do setor privado de ensino superior e a sua relação com o Estado, por meio das legislações específicas na área. Ela também analisou o mercado no país e qualidade do ensino superior privado.
“O setor privado no Brasil sempre foi muito heterogêneo, inclusive do ponto de vista da qualidade. Algumas instituições que você chama de elite ainda se mantêm com um desempenho de razoável a bom. O que está aparecendo agora nessas novas instituições, nessas grandes redes, é o chamado ‘arroz com feijão’. Elas não são as piores dentre as privadas e também não são as melhores”, afirmou.
Ainda de acordo com Sant'Ana, desde a década de 70 o setor assumiu, no país, a função de complementaridade com o sistema público de ensino superior. Em 1979, conta, o setor privado, com predomínio de instituições particulares laicas, já respondia por mais de 60% do total de matrículas. Embora tivesse crescido no período, o setor público não o fez com a mesma intensidade e velocidade. “Ao optar pelo modelo de universidade, de ensino e pesquisa, os setores público e privado, de certo modo, passaram a dividir funções no sistema de ensino superior, instaurando, desde então, uma relação de complementaridade entre ambos”, confirmou.
A pesquisadora disse que a grande expansão do setor privado ocorreu entre os anos de 1960 e 1980 e teve como moldura legal a Lei de Diretrizes e Bases (LDB), de 1961. A LDB reconhecia a organização do sistema em moldes não universitários, o que favoreceu a expansão de escolas superiores isoladas, justificou. Por outro lado, a lei instituía mecanismos burocráticos de controle na relação do ensino superior com o mercado que, àquela época, pressionava fortemente por mais vagas no sistema.
Fonte: Unicamp/Sílvio Anunciação
“Já existe uma tradição de ensino superior privado no país e isso distingue o caso brasileiro de outros países onde estamos passando por esse processo de mercantilização da educação superior. Há uma grande concorrência entre as entidades privadas e os valores das mensalidades despencaram. Tem uma conjuntura nacional favorável aliada ao um fenômeno de âmbito mundial”, explicou.
A docente e pesquisadora, recém-contratada pela Unicamp, contribuiu para a formação nos anos 90 de um núcleo de ensino superior na Universidade de São Paulo (USP). “Eu estou chegando agora. É uma grande satisfação poder aproximar essa produção com a Unicamp. Houve uma confluência de interesses nessa área”, disse, sobre a sua participação no Grupo de Estudos em Ensino Superior (GEES), do CEAV.
O Seminário ministrado por Helena tratou das principais transformações do setor privado de ensino superior e a sua relação com o Estado, por meio das legislações específicas na área. Ela também analisou o mercado no país e qualidade do ensino superior privado.
“O setor privado no Brasil sempre foi muito heterogêneo, inclusive do ponto de vista da qualidade. Algumas instituições que você chama de elite ainda se mantêm com um desempenho de razoável a bom. O que está aparecendo agora nessas novas instituições, nessas grandes redes, é o chamado ‘arroz com feijão’. Elas não são as piores dentre as privadas e também não são as melhores”, afirmou.
Ainda de acordo com Sant'Ana, desde a década de 70 o setor assumiu, no país, a função de complementaridade com o sistema público de ensino superior. Em 1979, conta, o setor privado, com predomínio de instituições particulares laicas, já respondia por mais de 60% do total de matrículas. Embora tivesse crescido no período, o setor público não o fez com a mesma intensidade e velocidade. “Ao optar pelo modelo de universidade, de ensino e pesquisa, os setores público e privado, de certo modo, passaram a dividir funções no sistema de ensino superior, instaurando, desde então, uma relação de complementaridade entre ambos”, confirmou.
A pesquisadora disse que a grande expansão do setor privado ocorreu entre os anos de 1960 e 1980 e teve como moldura legal a Lei de Diretrizes e Bases (LDB), de 1961. A LDB reconhecia a organização do sistema em moldes não universitários, o que favoreceu a expansão de escolas superiores isoladas, justificou. Por outro lado, a lei instituía mecanismos burocráticos de controle na relação do ensino superior com o mercado que, àquela época, pressionava fortemente por mais vagas no sistema.
Fonte: Unicamp/Sílvio Anunciação
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Maioria dos universitários lê de um a quatro livros por ano
A maioria dos universitários brasileiros lê em média de um a quatro livros por ano, segundo levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo a partir de dados da Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior).
Na Universidade Federal do Maranhão, 23,24% dos alunos passam o ano sem ser um livro. Já na federal do Rio Grande do Sul, 22,98% leem mais de dez (veja mais dados no quadro ao lado).
A base para o levantamento foi uma pesquisa realizada pela Andifes com 19.691 estudantes de universidades federais do país. Foram levantados dados sobre leitura, frequência à bibliotecas e uso de fumo, álcool e drogas ilícitas.
Segundo a pesquisa, na federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (RS), mais de 98% frequentam a biblioteca, e 75,5% dos estudantes são mulheres.
Os alunos da federal de Ouro Preto (MG) são os que mais bebem (29%) e fumam (9,63%). O uso de drogas ilícitas é maior na Universidade Federal de Santa Catarina (9,85%).
Na Universidade Federal do Maranhão, 23,24% dos alunos passam o ano sem ser um livro. Já na federal do Rio Grande do Sul, 22,98% leem mais de dez (veja mais dados no quadro ao lado).
A base para o levantamento foi uma pesquisa realizada pela Andifes com 19.691 estudantes de universidades federais do país. Foram levantados dados sobre leitura, frequência à bibliotecas e uso de fumo, álcool e drogas ilícitas.
Segundo a pesquisa, na federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (RS), mais de 98% frequentam a biblioteca, e 75,5% dos estudantes são mulheres.
Os alunos da federal de Ouro Preto (MG) são os que mais bebem (29%) e fumam (9,63%). O uso de drogas ilícitas é maior na Universidade Federal de Santa Catarina (9,85%).
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
Proposta visa aumentar recursos para a educação
O presidente do Conselho Nacional de Educação (CNE), Antonio Carlos Caruso Ronca, disse que é preciso ampliar, nos próximos dez anos, os recursos para a educação de 5% para 10% do Produto Interno Bruto (PIB).
A proposta do Plano Nacional de Educação (PNE – PL 8035/10), do Executivo, em tramitação na Câmara, prevê apenas o aumento das verbas para 7% do PIB até 2020.
Antonio Carlos Ronca participa de debate da Comissão de Direitos Humanos e Minorias e da União Nacional dos Estudantes sobre o tema. Antes dele, as deputadas do PCdoB Jandira Feghali (RJ) e Luciana Santos (PE) e o presidente da UNE, Daniel Iliescu, já tinham defendido a ampliação dos investimentos na área.
Segundo Ronca, o aumento dos recursos é necessário principalmente para a melhoria da qualidade da educação. “Tivemos muitos avanços nos últimos anos, mas ainda temos pendências. A situação hoje é complicada, por exemplo, quanto a remuneração de professores e auxílio técnico às escolas”, disse.
Para o presidente do CNE, além do aumentar os recursos para a área, o governo também precisa aprimorar a gestão do setor. “A relação entre financiamento e qualidade da educação não é automática. Não basta aumentar as verbas, é preciso também aumentar nossa capacidade de gestão do sistema educacional. Só assim poderemos superar as dificuldades que ainda persistem”, explicou.
Agência Câmara e Comunicação Fatej
A proposta do Plano Nacional de Educação (PNE – PL 8035/10), do Executivo, em tramitação na Câmara, prevê apenas o aumento das verbas para 7% do PIB até 2020.
Antonio Carlos Ronca participa de debate da Comissão de Direitos Humanos e Minorias e da União Nacional dos Estudantes sobre o tema. Antes dele, as deputadas do PCdoB Jandira Feghali (RJ) e Luciana Santos (PE) e o presidente da UNE, Daniel Iliescu, já tinham defendido a ampliação dos investimentos na área.
Segundo Ronca, o aumento dos recursos é necessário principalmente para a melhoria da qualidade da educação. “Tivemos muitos avanços nos últimos anos, mas ainda temos pendências. A situação hoje é complicada, por exemplo, quanto a remuneração de professores e auxílio técnico às escolas”, disse.
Para o presidente do CNE, além do aumentar os recursos para a área, o governo também precisa aprimorar a gestão do setor. “A relação entre financiamento e qualidade da educação não é automática. Não basta aumentar as verbas, é preciso também aumentar nossa capacidade de gestão do sistema educacional. Só assim poderemos superar as dificuldades que ainda persistem”, explicou.
Agência Câmara e Comunicação Fatej
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Plano Nacional de Educação prevê 10 milhões de universitários até 2020
Em discussão na Câmara, o Plano Nacional de Educação (PNE) pretende elevar a taxa bruta de matrículas para metade da população brasileira com idade entre 18 e 24 anos ao longo desta década.
O PNE prevê que, até 2020, o país conte com 10 milhões de universitários ante os 5,8 milhões hoje matriculados em instituições de ensino superior. A proposta está baseada na demanda por mão de obra qualificada nas várias áreas do conhecimento.
Para relator do Plano Nacional de Educação
(PNE) o deputado Ângelo Vanhoni (PT-PR), a expansão do ensino superior é fundamental tanto para o desenvolvimento técnico, quanto científico do país. “Essa é uma decisão que temos que tomar agora, para consolidarmos um Brasil com muito mais desenvolvimento e mais humano lá frente”, argumenta.
Visando atender a grande demanda de novos universitários ao mundo acadêmico nos próximos anos, a Faculdade de Tecnologia Jardim (Fatej) possui um leque de cursos de graduação, pós-graduação e extensão.
Os cursos são voltados para as áreas de segurança, direito previdenciário e logística. O objetivo é atender a necessidade atual do mercado de trabalho com a formação de profissionais tecnicamente qualificados e com compromisso ético, sendo capazes de tornarem-se gestores de suas respectivas áreas de atuação.
Fonte: Comunicação Fatej
O PNE prevê que, até 2020, o país conte com 10 milhões de universitários ante os 5,8 milhões hoje matriculados em instituições de ensino superior. A proposta está baseada na demanda por mão de obra qualificada nas várias áreas do conhecimento.
Para relator do Plano Nacional de Educação
(PNE) o deputado Ângelo Vanhoni (PT-PR), a expansão do ensino superior é fundamental tanto para o desenvolvimento técnico, quanto científico do país. “Essa é uma decisão que temos que tomar agora, para consolidarmos um Brasil com muito mais desenvolvimento e mais humano lá frente”, argumenta.
Visando atender a grande demanda de novos universitários ao mundo acadêmico nos próximos anos, a Faculdade de Tecnologia Jardim (Fatej) possui um leque de cursos de graduação, pós-graduação e extensão.
Os cursos são voltados para as áreas de segurança, direito previdenciário e logística. O objetivo é atender a necessidade atual do mercado de trabalho com a formação de profissionais tecnicamente qualificados e com compromisso ético, sendo capazes de tornarem-se gestores de suas respectivas áreas de atuação.
Fonte: Comunicação Fatej
Pesquisa mostra que brasileiro tem pouca informação sobre finanças
Apenas 31% dos brasileiros poupam dinheiro pensando na aposentadoria e 44% investem dinheiro todo mês. Além disso, 40% dos clientes de bancos usam mais a poupança como conta-corrente do que como investimento para o futuro. Essas são algumas das conclusões de um estudo divulgado hoje (3) pela Comissão Nacional de Educação Financeira (Conef).
De acordo com a pesquisa, 30% dos brasileiros pagam apenas a parcela mínima do cartão de crédito, quando sua situação financeira aperta, e 44% pediram dinheiro emprestado nos meses que antecederam a pesquisa.
Entre os brasileiros que têm menos de três anos de estudo, 47% deles preferem pagar um número maior de parcelas, muitas vezes sem perceber que elas embutem juros maiores.
O estudo foi realizado em 2008 para subsidiar a Estratégia Nacional de Educação Financeira, que tem por objetivo ensinar estudantes e adultos sobre como poupar, investir, se preparar para a aposentadoria e escolher o melhor crédito, entre outras decisões financeiras.
Segundo Maria Helena Santana, presidenta da Comissão de Valores Mobiliários, que integra a estratégia nacional, a pesquisa mostra que os brasileiros têm pouca informação sobre finanças.
“A pesquisa mostrou um grau de desinformação bastante elevado em relação às características dos serviços financeiros oferecidos no mercado. Por exemplo, ao escolher o pagamento mínimo do cartão, muitos não entendem que, ao fazer isso, há uma rolagem [da dívida] a juros elevados”, disse Santana.
Entre os 1.809 entrevistados em seis capitais brasileiras, a maioria acredita que investir é comprar carro, casa própria, computador, eletrodomésticos e roupas, além de estudar. Segundo a pesquisa, o resultado mostra que, para o brasileiro, investir é apenas “comprar” ou “estudar”.
A estratégia nacional lançada hoje pretende levar a educação financeira às escolas de ensino médio e fundamental, ensinando os alunos a lidar com o dinheiro e a planejar sua vida econômica por meio da distribuição de material didático aos professores.
Os adultos também poderão ter acesso a informações sobre crédito, proteção ao consumidor, finanças pessoais, consumo consciente, investimentos, capitalização, seguros e preparação para a aposentadoria por meio de palestras, cartilhas, cursos e da mídia.
Fonte: Vitor Abdala/Agência Brasil
De acordo com a pesquisa, 30% dos brasileiros pagam apenas a parcela mínima do cartão de crédito, quando sua situação financeira aperta, e 44% pediram dinheiro emprestado nos meses que antecederam a pesquisa.
Entre os brasileiros que têm menos de três anos de estudo, 47% deles preferem pagar um número maior de parcelas, muitas vezes sem perceber que elas embutem juros maiores.
O estudo foi realizado em 2008 para subsidiar a Estratégia Nacional de Educação Financeira, que tem por objetivo ensinar estudantes e adultos sobre como poupar, investir, se preparar para a aposentadoria e escolher o melhor crédito, entre outras decisões financeiras.
Segundo Maria Helena Santana, presidenta da Comissão de Valores Mobiliários, que integra a estratégia nacional, a pesquisa mostra que os brasileiros têm pouca informação sobre finanças.
“A pesquisa mostrou um grau de desinformação bastante elevado em relação às características dos serviços financeiros oferecidos no mercado. Por exemplo, ao escolher o pagamento mínimo do cartão, muitos não entendem que, ao fazer isso, há uma rolagem [da dívida] a juros elevados”, disse Santana.
Entre os 1.809 entrevistados em seis capitais brasileiras, a maioria acredita que investir é comprar carro, casa própria, computador, eletrodomésticos e roupas, além de estudar. Segundo a pesquisa, o resultado mostra que, para o brasileiro, investir é apenas “comprar” ou “estudar”.
A estratégia nacional lançada hoje pretende levar a educação financeira às escolas de ensino médio e fundamental, ensinando os alunos a lidar com o dinheiro e a planejar sua vida econômica por meio da distribuição de material didático aos professores.
Os adultos também poderão ter acesso a informações sobre crédito, proteção ao consumidor, finanças pessoais, consumo consciente, investimentos, capitalização, seguros e preparação para a aposentadoria por meio de palestras, cartilhas, cursos e da mídia.
Fonte: Vitor Abdala/Agência Brasil
terça-feira, 2 de agosto de 2011
Formação continuada e o processo de desenvolvimento profissional de professores
Trechos do artigo de autoria de Adailson dos Santos Sena
Os docentes precisam de qualificação tanto na área pedagógica como nos campos específicos do conhecimento. A formação inicial deve passar por reformulações profundas. Isso implica em garantir ao profissional um conhecimento básico para a sua atuação no âmbito escolar, pois a aprendizagem ocorre quando por meio de uma experiência mudamos nosso conhecimento anterior sobre uma ideia, comportamento ou conceito.
Nesse sentido procuramos sempre adquirir conhecimentos seja através de uma graduação, pós-graduação, seminários, palestras, encontros pedagógicos em fim todos os cursos que venham contribuir para a nossa formação pessoal e profissional. Além disso, colocamos em prática o que aprendemos no exercício da profissão com o desejo de contribuir para um melhor desempenho, uma melhor aprendizagem dos alunos.
As universidades vêm ocupando um papel essencial, mas não é o único, para a formação de professores. O desenvolvimento profissional não corresponde só a cursos de formação de professores, mas soma ao conhecimento adquiridos ao longo da vida. A formação não conduz só no saber na sala de aula é preciso garantir uma gestão escolar de qualidade e diversas práticas pedagógicas e na perspectiva histórico, sócio-cultural.
“A troca de experiências e a partilha de saberes consolidam espaços de formação mútua, nos quais cada professor é chamado a desempenhar simultaneamente, o papel de formador e de formando”.
Estudos indicam que existe necessidade de que o professor seja capaz de refletir sobre a sua prática e direcioná-la segundo a realidade em que atua, voltada aos interesses e das necessidades dos alunos. Nesse aspecto, Freire, (1996, p.43) afirma que: “ É pensando criticamente a prática de hoje ou de ontem é que pode melhorar a próxima prática”.
Para maior mobilização de conceito de reflexão na formação de professores é necessário criar condições de trabalho em equipe entre discente. Sendo assim isso sugere que a escola deve criar espaço para seu crescimento. Além de bons salários e de formação adequada é preciso garantir uma gestão escolar competente, onde acabe com o isolamento da sala de aula.
A aprendizagem dos professores não começa no primeiro dia de sua formação como professor, inicia-se em sua infância, no lar e quando esse futuro professor vai a escola. O mau sistema escolar forma não só maus alunos, como maus professores que, por sua vez, reproduzirão o circulo vicioso e empobrecerão cada vez mais a educação.
Diante disso, se fala muito em educação de qualidade, e que para isso acontecer precisa-se do compromisso de todos para que essas mudanças venham ocorrer de fato. Sabemos que muito já mudou na educação, principalmente relacionados a formação do educador.
No entanto, somente a formação do professor não é o suficiente para a melhoria do ensino, é necessário o desenvolvimento de políticas públicas que visem melhorar todo o sistema educacional, desde: servidores , recursos didáticos infra-estrutura, enfim ,tudo que contribui para melhorar o interesse e o desempenho do aluno na escola. Além disso, é necessário o envolvimento da família, escola e comunidade, pois isso, também interferem no processo de aprendizagem escolar.
O processo de formação continuada, trata-se efetivamente de um processo continuo que toma como partida o saber experiencial dos professores, os problemas e desafios da prática escolar. Nesse contexto a pratica pedagógica estará sempre nesse processo continuo em busca da construção do saber, o que significa a constituição de uma conduta de vida profissional.
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